Psicólogos descobriram que existem apenas 3 causas da insegurança em si mesmo

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A psicóloga e autora de vários livros Melanie Greenberg escreveu para a revista Psychology Today um artigo sobre as raízes da insegurança. Segundo ela, há três razões. Entendendo cada uma delas, talvez saibamos qual a raiz de nossos medos. E aí, podemos seguir em frente.

Naturalmente, este artigo publicado pelo Incrível.club não vai fazer com que você consiga ficar mais confiante por mágica, mas pode se tornar um bom começo para trabalhar suas inseguranças.

Os cientistas que estudam o fenômeno da felicidade descobriram que o nível de nossa felicidade depende em certa de 40% dos recentes acontecimentos em nossa vida real. Ela é afetada pela ruptura de relações, pela morte de entes queridos, perda de emprego, por doenças….enfirm, por causa de infortúnios nossa autoestima diminui e, depois de tais desafios, podemos perder a confiança em nós mesmos.

Em seu livro “Primeiros socorros emocionais“ o psicólogo Guy Winch escreve que as pessoas que têm baixa auto-estima levam mais tempo para superar suas falhas. ”Quando, por exemplo, perdemos o nosso emprego, isso traz nossos pensamentos anteriores de quanto somos inúteis e reforça esses maus pensamentos”, diz.

É importante compreender que os fracassos fazem parte da vida. Antes de se tornar presidente, Abraham Lincoln foi demitido de seu emprego e, em seguida, perdeu as eleições duas vezes no Congresso. Se você consegue atingir seus objetivos, apesar de todas as falhas, isso vai levantar a sua autoestima a um nível que nunca alcançou antes.

Como combater a insegurança causada por um fracasso

  • Dê-se um tempo para assimilar o que aconteceu e se adaptar às novas condições.
  • Não se tranque e continue fazendo o que você gosta e lhe provoca curiosidade.
  • Interaja mais com seus amigos e familiares para se distrair dos maus pensamentos e se sentir mais seguro.
  • Fale sobre o seu fracasso com pessoas que você confia.
  • Não desista e continue a trabalhar duro para alcançar seus objetivos.
  • Prepare-se para experimentar uma nova estratégia.

Muitos têm medo de situações que envolvem se comunicar com pessoas desconhecidas: festas, grandes eventos familiares, entrevistas de emprego. Temos medo de que nos avaliem e que, provavelmente, não nos considerem dignos de atenção; isso nos deixa nervosos e nos faz sentir inseguros.

Quase todos já tivemos alguma experiência negativa: não fomos aceitos em um grupo social, zombaram de nós na escola e esse medo da rejeição ainda vive dentro de nós. As raízes de tais medos são ainda mais profundas se seus pais o comparavam com os outros, criticavam você e ainda não ficavam felizes com suas pequenas vitórias.

Normalmente este tipo de insegurança é baseada em uma percepção distorcida sobre o quanto você interessa aos outros. Na verdade, todas as pessoas estão absorvidas em si mesmas e acham seu comportamento normal. E se alguém o julgar, fará isso apenas para aumentar a própria auto-estima. Geralmente, tais opiniões não são profundas e apenas se baseiam no superficial. Então, vale a pena se preocupar com isso?

  • Discuta com seu crítico interior. Lembre-se de seus pontos fortes: você tem um grande senso de humor, é um bom amigo ou um especialista em arte.
  • Se você tem que interagir com pessoas que você mal conhece, pense antes sobre os temas da conversa: política, filmes, planos de férias, etc.
  • Não evite a comunicação, isso só vai piorar as coisas. Vá para a festa ou ao encontro, mesmo se estiver muito nervoso. Nesses tipos de situação, você também precisa de experiência e isso só vem com a prática.
  • Defina metas realistas. É muito pouco provável que você suba no palco e cante vigorosamente “Move Like Jagger“ (do Maroon Five), mas você pode falar sobre algo com os convidados na festa.
  • Concentre-se em outras pessoas. Ponha o ”chapéu de observador”: perceba como expressam suas emoções e o que dizem. Isso ajudará você a não ficar obcecado com seus próprios sentimentos e lhe ensinará novos truques de comunicação.

Algumas pessoas propõem metas muito altas em tudo o que fazem. Têm certeza de que precisam tirar as notas mais altas, ter os filhos mais talentosos, o marido/ a mulher mais bonitos, o trabalho mais fabuloso…

Sorry, infelizmente, na vida nem tudo acontece como queremos. Há coisas que não dependem de nós: um chefe agressivo, desemprego, nossa programação genética, etc.

Se constantemente você se sente desapontado porque você não é perfeito, com o tempo não haverá qualquer vestígio de confiança em si mesmo. Além disso, a auto-crítica vai causar problemas de saúde: depressão, insônia, distúrbios alimentares e fadiga crônica.

Como lutar contra o perfeccionismo

  • Avalie-se de acordo com o esforço que colocou — isso sim depende de você -, e não pelos resultados obtidos. Muitas vezes, isso não depende de você.
  • Pergunte a si mesmo: se você trabalhar 10% mais perfeitamente, isso afeta o resultado? Se não, não perca tempo ou gaste sua força.
  • O perfeccionismo é baseado no princípio de “tudo ou nada”. Tente não só ver o branco e o preto, mas também os seus tons. Você considera as circunstâncias, quando avalia seus esforços? Você aprendeu algo novo, mesmo que o resultado não tenha sido ideal?
  • A auto avaliação de perfeccionistas é inconstante. Eles estão felizes com eles mesmos quando tudo vai muito bem e eles se odeiam quando as coisas são mais ou menos. Aprenda a se amar independente de tudo.

Via: Incrivelclub

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